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terça-feira, 10 de julho de 2012
Dia Mundial do Doador de Sangue
"Todo doador de sangue é um herói" é o tema da campanha em 2012
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Cartaz para o Dia Mundial do Doador de Sangue feito pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
A Organização Mundial da Saúde (OMS) escolheu o dia 14 de junho para reconhecer os milhões de pessoas que salvam vidas e trazem melhorias para a vida de muitos pacientes, doando sangue. A data destaca a necessidade de doar sangue regularmente para prevenir a escassez em hospitais e clínicas, especialmente nos países em desenvolvimento, onde as quantidades de sangue disponíveis são muito limitadas. O Dia Mundial do Doador de Sangue tem por objetivo motivar que mais pessoas se tornem doadoras de sangue. O tema da campnha de 2012 é "Todo doador de sangue é um herói".
Site do Dia Mundial do Doador de Sangue
Perguntas e Respostas: por que eu deveria doar sangue?
Programa de segurança na transfusão de sangue da OMS
Mais sobre segurança
Doutores da Alegria levam projeto Plateias Hospitalares aos hospitais do Rio
Artistas selecionados fazem adaptações de linguagens, cenário, música para apresentações nos hospitais publicos
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Foto: ASCOM/RJ
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Companhia Flor no Peito durante o espetáculo "Triciclo".
O projeto Plateias Hospitalares, da ONG Doutores da Alegria, leva alegria e leveza a pacientes, acompanhantes e equipe das unidades estaduais de saúde do Rio de Janeiro. A ideia é levar arte, por meio de apresentações cênicas, musicais e circenses até as unidades hospitalares da rede estadual.
Mesmo acostumados a alegrar setores de pediatria em unidades de São Paulo e Recife, os Doutores da Alegria encaram um desafio: agora o público inclui adultos e idosos. A iniciativa atua em parceria com a equipe de humanização da Secretaria Estadual de Saúde.
" Com o Plateias Hospitalares chegamos a adultos e idosos, não apenas às crianças. Precisamos levar em consideração as particularidades de cada hospital, escolher que música tocar, que cenário usar, é tudo diferente. É a ampliação da nossa missão" , avalia o coordenador artístico do Doutores da Alegria, Fernando Escrich.
A programação é formada por sete espetáculos selecionados pela ONG por meio de edital. As apresentações acontecem uma vez por mês em cada unidade.
Os artistas selecionados fazem adaptações de linguagens, cenário, música, sempre levando em conta o espaço em que o trabalho será apresentado e o público. Para as unidades que não contam com teatro, por exemplo, é escalado o grupo Bando de Palhaços, com seis artistas que visitam os pacientes leito a leito. Seja em cima de um palco ou percorrendo as enfermarias, os artistas nunca passam despercebidos, despertando emoções e, em alguns casos, influenciando na melhora de quem está internado.
Fonte: Isaude.net
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Palavras-chave: Humanização Doutores da Alegria Plateias Hospitalares Rio de Janeiro
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Alterações genéticas fornecem novos tratamentos contra leucemia infantil
Estudo mostra como gene Notch, causador do câncer, trabalha em conjunto com um complexo de proteínas para criar leucemia agressiva
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Foto: Thomas Semkow/NYU
Iannis Aifantis, autor sênior do estudo
Um estudo publicado na revista Nature Medicine por pesquisadores da New York University, nos Estados Unidos, mostra como o gene Notch, causador do câncer, trabalha em conjunto com um complexo de proteínas para criar leucemia linfoblástica aguda de células T (T -ALL).
Alterações genéticas recentemente identificadas fornecem novas estratégias de tratamento potencial para a leucemia infantil.
T-ALL é um câncer do sangue agressivo, predominantemente diagnosticado em crianças, que ocorre quando glóbulos brancos imaturos (linfoblastos) se tornam malignos, multiplicando-se de forma incontrolável e se espalhando rapidamente por todo o corpo. Se não tratada, a doença pode ser fatal em poucas semanas.
Mutações em Notch que causam T-ALL estão bem estabelecidas, mas o mecanismo molecular detalhado desta transformação de células em câncer induzida pelo gene era desconhecido até agora.
"Nosso estudo apresenta uma nova visão sobre como Notch age de um modo antagônico à proteína PRC2 para promover T-ALL. Além disso, comprova ainda mais o papel supressor de tumor do complexo de proteínas nesta doença", afirma o autor sênior, Iannis Aifantis.
A pesquisa revela uma nova interação dinâmica entre Notch e a função de PRC2. Os resultados mostram uma perda clara da função de PRC2 nos locais de ligação Notch1. Além disso, os pesquisadores descobriram mutações genéticas recorrentes e exclusões de componentes do PRC2 em amostras de pacientes com T-ALL. No estudo, a perda da função de PRC2 alimenta a mutação Notch. Isso fornece evidências para um papel central de desregulamentação do complexo de proteínas PRC2 na leucemia induzida por Notch.
"A inativação do PRC2 devido à Notch em T-ALL constitui um evento patogênico importante na formação desta doença potencialmente mortal. A alteração genética de PRC2 amplifica os sinais de comunicação dos oncogenes Notch levando a T-ALL" , explica o principal autor da pesquisa, Panagiotis Ntziachristos.
Segundo os pesquisadores, os experimentos revelaram um interruptor epigenético específico durante a progressão da doença que pode ser mais bem explorado para o desenvolvimento de novas terapias contra a leucemia.
O estudo mostra T-ALL como uma doença epigenética, regulada por um equilíbrio sutil entre oncogenes e supressores de tumor. Oncogenes como Notch podem se infiltrar na função normal do complexo de proteínas PRC2 em locais de genes específicos que conduzem a transformação das células cancerosas. Mutações em PRC2 auxiliam oncogenes como Notch, alterando sua expressão gênica do DNA.
"Nossos estudos abrem novas portas para o tratamento da T-ALL. A detecção de novas alterações genéticas em T-ALL fornece uma nova plataforma para a seleção de estratégias de tratamento potencial para a doença. Medicamentos que podem direcionar demetilases histona, enzimas que catalisam a modificação de H3K27me3, poderiam ser usados sozinhos ou em combinação com inibidores Notch1 para o tratamento da doença", observa Aifantis.
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Autorizado novo tratamento para leucemia pediátrica
PORTAL DA SAúDE 20/02/2012 09h40
Crianças e adolescentes portadores de Leucemia Mielóide Crônica (LMC) e Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA) passam a contar com mais uma opção de tratamento para estas duas doenças. Publicadas no Diário Oficial da União desta sexta-feira (17), as portarias 114 e 115 estabelecem as diretrizes diagnósticas e terapêuticas para o uso do medicamento Glivec em casos diagnósticos de LMC e LLA.
“As portarias representam um importante avanço porque permitem uma opção de tratamento medicamentoso eficaz, menos doloroso e de mais fácil administração em crianças e adolescentes” , observa o secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães. O medicamento Glivec (cujo princípio ativo é o Mesilato de Imatinibe) é utilizado na forma de comprimido e, desde abril do ano passado, é adquirido de forma centralizada pelo Ministério da Saúde para distribuição, por meio das secretarias de saúde, aos hospitais oncológicos públicos ou conveniados ao Sistema Único de Saúde.
As diretrizes estabelecidas nas portarias 114 e 115 são resultado de duas consultas públicas abertas, pelo Ministério da Saúde, no último mês de novembro. Além de terem sido submetidas a contribuições da sociedade e de especialistas em onco-hematologia de renomados centros médicos nacionais, elas passaram por rigorosa análise da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias do SUS (Conitec) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Ou seja, os protocolos estão respaldados por estudos clínicos aprofundados e passam a integrar as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas em Oncologia.
Atualmente, o Glivec é indicado pelos médicos para o tratamento de aproximadamente sete mil pacientes oncológicos (adultos) assistidos pelo SUS.
INCIDÊNCIA
Este ano, estima-se que surjam, no país, cerca de 11,5 mil novos casos de câncer pediátrico de todos os tipos, incluindo as leucemias Mielóide Crônica (LMC) e Linfoblástica Aguda (LLA). Só em 2011, o Ministério da Saúde destinou cerca de R$ 112 milhões para o tratamento de neoplasias malignas em crianças e adolescentes. Estes recursos representaram cerca de 7% do investimento federal em toda a assistência oncológica pelo SUS.
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quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
Britânicos fazem transplante de córnea em bebê de 2 semanas
Com apenas quatro meses de vida, Eva (dir.) já passou por duas cirurgias
Uma bebê cega, agora com quatro meses de idade, se tornou a paciente mais jovem da Grã-Bretanha a receber um transplante de córneas, de acordo com médicos britânicos. Eva Joyce nasceu com um problema que tornava sua córnea opaca.
As córneas de doadores foram colocadas nos olhos de Eva em duas operações realizadas no Birmingham Children’s Hospital. Na primeira operação, realizada quando Eva tinha apenas duas semanas e meia de vida, ela teve a córnea do olho direito retirada e trocada pela córnea de um doador. Aos quatro meses, ela fez a mesma operação no outro olho.
O bebê deverá receber remédios para evitar a rejeição das córneas todos os dias nos próximos anos e a equipe do hospital vai monitorar a visão de Eva até que ela complete 16 anos. “Estamos muito satisfeitos, Eva está muito bem e todos esperamos que a visão se desenvolva normalmente”, disse o oftalmologista Manoj Parulekar. “Queremos ver ela crescendo e fazendo todas as coisas que a irmã mais velha faz”, acrescentou.
‘Sortudos’
A mãe de Eva, Harriet Joyce, 33 anos, disse que a família percebeu algo diferente nos olhos do bebê, mas não deu tanta importância. “Quando Eva nasceu e abriu os olhos, nós percebemos que as córneas eram opacas.”
“Não ficamos muito preocupados e, apenas quando fomos encaminhados para um hospital em Sheffield na semana seguinte para fazer os exames nos olhos de Eva, percebemos que ela não tinha nenhuma visão. Ela era cega”, disse Harriet.
“Nas 24 horas seguintes, pensamos que ela nunca iria ver. Fomos encaminhados para o Hospital Infantil de Birmingham e eles nos disseram que poderiam fazer alguma coisa”, afirmou. “Nos sentimos incrivelmente sortudos que alguém tenha tomado, provavelmente em circunstâncias difíceis, a decisão de doar órgãos para ajudar pessoas como Eva”, acrescentou a mãe do bebê.
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Publicado: janeiro 3rd, 2012 em Destaques, Notícias.
Tags: bebe-sem-cornea
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Centro médico militar desenvolve vacina contra câncer
O Centro Médico Militar de San Antonio (Texas) desenvolveu uma vacina que reduz as taxas de recorrência do câncer de mama, informou nesta sexta-feira a Assessoria de Imprensa das Forças Armadas dos Estados Unidos. O diretor e pesquisador principal do Programa de Desenvolvimento de uma Vacina para o Câncer, George Peoples, disse que a vacina, denominada E-75, “passará em breve à fase final de testes para obter a aprovação da Direção de Alimentos e Remédios”.
O câncer de mama, explicou George à assessoria, é o tipo de câncer mais frequente entre as pessoas que recebem serviços do hospital militar em San Antonio. “Temos o compromisso de cuidar do pessoal em serviço ativo, seus cônjuges e os aposentados”, acrescentou. A vacina, segundo explicou George, aponta para uma proteína que aparece, comumente, expressada em excesso nas células de câncer de mama chamada “receptor 2 do fator de crescimento epidérmico”.
As vacinas contra o câncer apontam a uma proteína ou antígeno expressado nas células do câncer, e George explicou que “a ideia é ‘treinar’ o sistema imunológico para que reconheça essa proteína, ou porção de proteína, que aparece em excesso nas células do câncer, mas não nas células normais”. “Dessa forma o sistema imunológico pode diferenciar o normal do anormal”, acrescentou. “Se o sistema de imunidade pode reconhecê-lo, basicamente, o marca para matá-lo”.
Esse conceito de vacina contra o câncer se manteve por longo tempo, mas a equipe de George tomou um caminho diferente. A grande maioria das vacinas, no passado, foi testada com pacientes cujo câncer estava nos períodos finais, mas uma vacina tem a intenção de estimular o sistema de imunidade, que é algo que não se encontra habitualmente nas pessoas com câncer terminal.
“Não é para se surpreender com o fato de que muitas das vacinas testadas com pacientes na etapa final do câncer não tivessem bom resultado”, disse George. A equipe em San Antonio decidiu que testaria a vacina entre pacientes com um sistema de imunidade robusto, ou seja, sobreviventes do câncer que estão livres do mal, mas com risco de uma recorrência.
Os pesquisadores prepararam a proteína, que se expressa em variados níveis de excesso nas mulheres com câncer de mama, e focaram nos 60% dessas mulheres nas quais ela aparecia em níveis baixos ou intermediários. A vacina consiste em uma mistura do peptídeo E-75 da proteína HER-2, e um estimulante do sistema imunológico.
Os testes começaram em 2001 com 220 pacientes e os pesquisadores fizeram um acompanhamento das mulheres durante cinco anos. A metade das mulheres recebeu a vacina, que é uma injeção mensal por seis meses, e a outra metade foi o grupo de controle.
O resultado foi muito promissor, segundo George. A taxa de recorrência do câncer foi de 20% entre o grupo de controle e de 10% entre as mulheres que receberam a vacina. Este sucesso levou à nova etapa de testes que começará este ano e envolverá de 700 a 1.000 pacientes.
Mas, ao contrário dos períodos anteriores, esta fase será por conta da companhia comercial Galena Biopharma que buscará a aprovação do Governo para o uso público da vacina.
Câncer terminal some de menino de 3 anos e desafia médicos
Câncer terminal some de menino de 3 anos e desafia médicos
João Fellet
Harden Jordan e a mãe. Segundo médicos, casos de regressão espontânea de câncer são raríssimos Foto: Scope Features/BBC Brasil
Após lutar contra a leucemia ao longo de dois dos seus três anos de vida, Jordan Harden não parecia mais responder ao tratamento. Os médicos então jogaram a toalha e lhe deram algumas semanas de vida. Moradores de Wishaw, no sul da Escócia, os pais do garoto, Gary e Claire, resolveram levá-lo à Disney em Paris, para que Jordan aproveitasse os seus últimos dias. Pouco antes de partirem, porém, receberam uma ligação do hospital e ouviram uma notícia que os deixou entre eufóricos e perplexos: o último exame do garoto revelava que a doença havia desaparecido completamente.
Hoje, 18 meses depois, Jordan frequenta a escola e leva uma vida normal, como a de qualquer outro garoto saudável de 5 anos de idade. A história, narrada no último domingo pelo jornal britânico Daily Mail, intrigou médicos e jogou luz sobre os misteriosos motivos que podem fazer com que um câncer desapareça a partir da reação do sistema imunológico do próprio doente.
Regressão espontânea
Em entrevista à BBC Brasil, Jacques Tabacof, diretor do Centro Paulista de Oncologia, diz que casos como o do garoto escocês são extremamente raros, principalmente se levado em conta o tipo de câncer que o acometia. Jordan tinha leucemia linfoide aguda, câncer caracterizado pela produção maligna de linfócitos (glóbulos brancos) na medula óssea.
No entanto, Tabacof diz que em outros tipos da doença, como os linfomas (cânceres do sistema linfático) de evolução mais lenta, pode haver regressão espontânea dos tumores em até 20% dos casos. “Como esses tumores geralmente ocorrem em pessoas mais velhas, que muitas vezes já têm outras doenças, podemos não recomendar a quimioterapia imediatamente. Vamos então monitorando o paciente, já que o tumor pode regredir.”
Mas Tabacof também já acompanhou casos mais surpreendentes de regressão espontânea, como o de uma paciente que sofria de um linfoma de pele. A doença, conta o médico, provocava coceiras tão intensas que ela pensava em se matar.
“Ela passou por muitos tratamentos, sem resultados consistentes. Até que teve uma melhora que não podia ser atribuída a nenhum tratamento e acabou se curando.”
Imunoterapia
“Ninguém sabe bem por que e como esses casos ocorrem”, diz à BBC Brasil Caetano Reis e Sousa, pesquisador do centro de estudos britânico Cancer Research UK. No entanto, diz ele, histórias como a de Jordan indicam que existe a possibilidade de criar tratamentos contra o câncer estimulando reações imunológicas nos doentes.
A imunoterapia, como foi batizada a técnica que segue essa premissa, é um dos campos de pesquisa de Reis e Sousa. Ele conta que um método atualmente em fase de testes consiste em gerar infecções intencionais para acionar a defesa natural do corpo.
Por meio dessa técnica, bactérias são conectadas a células cancerosas do paciente em laboratório, no intuito de sinalizá-las como inimigas para o sistema imunológico. Normalmente, nossa autodefesa detecta e destrói células anormais. O câncer surge quando essas células, por serem bastante semelhantes às normais, passam despercebidas pelo sistema. Espera-se que em breve os testes ocorram em pessoas.
Anticorpos de laboratório
Enquanto isso, segundo Tabacof, já há um método de imunoterapia adotado em larga escala mundialmente – inclusive no Brasil. Ele consiste em aplicar no paciente anticorpos fabricados em laboratório e costuma ser usado paralelamente a outros métodos, como a quimioterapia. O médico diz que a modalidade apresenta bons resultados principalmente contra linfomas e cânceres de mama, intestino e pulmão.
Em comparação com a radio e a quimioterapia, o método provoca efeitos colaterais menos intensos e combate a doença de maneira mais específica. Enquanto os pesquisadores tentam desvendar os mecanismos por trás de regressões espontâneas como a do garoto Jordan, a imunoterapia vai ganhando espaço e desponta como uma das frentes mais promissoras nos estudos sobre a cura do câncer.
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